O aumento do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera possui um diagnóstico que muitos culpam o ser humano pelas suas actividades de exploração de combustíveis fósseis. Este aumento teve o seu auge nos últimos 300 anos, perfazendo cerca de quarenta porcento, dos quais dois terços foram acumulados só no último século.
A revolução industrial do Sec. IX e as sucessivas invenções tecnológicas humanas tornou esse progresso numa doença crônica, culpando-o do uso indiscriminado dos combustíveis fósseis e também do desflorestamento selvagem de santuários florestais pelo este mundo fora. As medições das temperaturas feitas nas estações meteorológicas desde 1860 registaram que as temperaturas no mundo aumentaram 0,5ºC no século passado.
O degelo dos glaciares nos Alpes, Andes e Himalaia, no Ártico e no Antártico, o El Niño, as intensas inundações observadas globalmente, furacões, o extenso períodos de seca e eventos de mau tempo e o aumento do nível dos oceanos tornaram-se acontecimentos quotidianos que os “mass media” mais divulgam..
Estas tomadas de acções são motivadas pela conclusão “prematura” de que o CO2 é um gás de estufa e provoca o Aquecimento Global. Este gás absorve radiações infravermelhas da Terra e veda a libertação livre de calor para o espaço.
Quarenta porcento destas emissões de CO2 causadas pela combustão/explosão de combustíveis fósseis continuam a ser absorvidas naturalmente pelo ambiente.
No que respeita às emissões industriais de CO2, estas estão a descer drasticamente nos países mais desenvolvidos devido às medidas profiláticas do uso de catalisadores nos automóveis e nas fábricas e pelo aumento da utilização de energias renováveis (eólica, hidroeléctrica, solar, etc.), não esquecendo a polémica utilização da energia nuclear.
Há muita gente apologista das definições elaboradas pelo organismo político da ONU (Organização das Nações Unidas), a IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas).
Este organismo é um braço político, como todas as outras ramificações da ONU. e tem como objectivo sensibilizar as massas demográficas mundiais pela causa do Aquecimento Global.
Esta causa tornou-se num negócio enorme a nível global, empregando milhares de pessoas e absorvendo enormes somas de dinheiro.
Tanto as ONGs que se encrisparam numa luta contra hereges como a própria IPCC fizeram desta causa um bode expiatório para o angariamento de fundos internacionais para a sustenção duma filosofia baseada em estudos científicos pouco claros.
Os ministérios da cultura de muitos países, Al Gore (ex-vice presidente de Bill Clinton), a Greenwar e muitas outras ONGs beneficiam-se actualmente dos sumarentos fundos da ONU, da Goldman & Sachs e de algumas empresas petrolìferas, não esquecedo a publicidade instrumentalizada pelos “mass media”.
A abertura do mercado do carbono, dá a muitas pessoas associadas a estas organizações e envolvidas neste causídico a reconfortante actuação na proliferação da criação de empresas para actuarem neste nicho de mercardo denominado “Crédito de Carbono”.
Contudo, o desfecho será, certamente o caos demográfico provocado pelas deficiências no mercado mundial, ou seja, a miséria, distúrbios, esterilizações em massa, etc.
Porque, por exemplo, ao se criarem impostos para cada cabeça de gado, a carne e seus derivados tornar-se-ão mais caros criando um déficit de proteínas nas classes mais desfavorecidas e levando-as a possíveis carências nutricionais e a uma maior mortalidade em especial se as pandemias e epidemias se alargarem ainda mais no futuro próximo.Os créditos de Carbono ou a Redução Certificada de Emissões (RCE) são certificados passados a quem emite Gases de Efeito Estufa (GEE) e indubitavelmente reduziu essas emissões em toneladas. O acordo determina que a redução de cada tonelada de dióxido de carbono ou de outros gases equivalentes das emissões dum agente, corresponde a um crédito de carbono.
E é a partir desta ideia que se forma o negócio global que leva ao extremismo de todos os ortodoxos da teoria do efeito de estufa. Cada crédito adquirido pode ser negociado no mercado global ou seja obtendo-se um crédito de carbono teremos a permissão de emitir uma tonelada de GEE. Como o preço da multa por emitir GEE é mais elevado, então cria-se um mercado onde a procura se eleva astronomicamente à medida que se tem que produzir mais alimentação, aquecimento, meios de transporte etc. para uma população em crescimento permanente.
Como o acordo de Quioto determina uma cota máxima de GEE por país considerado desenvolvido, obrigando estes por não conseguirem atingirem os objectivos impostos, a comprarem créditos de carbonos aos países (entidades) que possuam grandes florestas ou àqueles que efectivamente reduziram os GEE.



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