sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A África tornou-se violenta? E, se sim, porquê?

A África tornou-se violenta? 
Não, a África nunca comandou os seus próprios destinos. Começando pela divisão em países impostas pelos europeus, que não respeitou tradições culturais, linguisticas e étnicas. 
A imposição europeia para a divisão de África em países não tomou em consideração que aqueles povos milenares deviam ser respeitados tanto nas suas diferenças de como viam o seu próprio mundo - que os levavam a guerras e alianças entre tribos- como nos seus credos animistas. 
A Europa passou por centenas de guerras entre culturas e etnias que a levou a criar fronteiras e linhas de defesa entre os beligerantes, criando-se assim, as fronteiras que hoje existem. 
Em África, nada disto foi possível. 
O desenvolvimento natural das culturas africanas sempre tiveram ingerência europeia e asiática, escravizando as populações, retirando-lhes todo o espírito de comunidade, fraternidade, quebrando alianças e criando novos inimigos entre eles próprios. 
A África de hoje não é diferente. 
O novo governante foi um aluno europeu, americano, russo ou chinês durante muitos anos e quase todos se ausentaram de África entre os 16 e 21 anos de idade, que é, quando o ser humano forma o seu intelecto, a sua personalidade e imana as imagens de referência que o guiará para a vida futura. 
Contudo,essas imagens de reflexão referencial, raramente reflectem personalidades africanas, mas sim, os grandes pensadores europeus e americanos, etc. 
Ao chegarem ao poder, implementam políticas de gestão governamental aprendidas fora d'Africa que não se diluem na mentalidade africana. Tudo piora, quando o novo governante é lusofono, pois aí se inclinará para a vivência inequivoca de tradicionais maus hábitos de governação e da corrupção crónica tolerada e, éticamente aceite pela sociedade portuguesa e brasileira.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Portugal paupérrimo...

Tuga ressequido de tanta miséria

Portugal é um país na Europa com ainda tradicões resquícias de um passado aristocrático. Hoje, os funcionários públicos, em muitas carreiras, nem sequer teem concurso público e são nomeados ao bel-prazer do poder político, um misto de sinecura e compartilhamento da riqueza a serviço dos administradores ou governantes nomeados pelo compadrio e de seus asseclas.

Não faltam servidores (serviçais?) sempre ávidos por usufruir do erário público e da mais valia dos trabalhadores. Isto para não falar nos cargos de confiança que tanta desconfiança geram, num triste espectáculo de avidez pelo bem comum. 
Tradição e passado não servem à compreensão histórica, para justificar a repetição perpétua de maus hábitos em Portugal.
Planos políticos e económicos, que viabilizem o bem estar dos lusitanos, jamais terão um terreno fértil em Portugal, porque o objectivo nunca foi o de criar riqueza tecno-industrial para os portugueses (estude-se a revolução indústrial), mas sim escravizá-los e domá-los para a aceitação da pobreza, nem que se tenha de se criar uma santa que venha reforçar a virtude de se ser pobre.

O MAIOR TRAIDOR "PORTUGUÊS" ATÉ FOI PRESIDENTE DA REPÚBLICA 
 http://www.youtube.com/watch?v=kKuxbOWJSw8


E OS CORRUPTOS (TERRORISTAS) GOVERNAM 
 http://www.youtube.com/watch?v=KFCIlFiaIMM

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A farsa global do Carbono

O aumento do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera possui um diagnóstico que muitos culpam o ser humano pelas suas actividades de exploração de combustíveis fósseis. Este aumento teve o seu auge nos últimos 300 anos, perfazendo cerca de quarenta porcento, dos quais dois terços foram acumulados só no último século. 
A revolução industrial do Sec. IX e as sucessivas invenções tecnológicas humanas tornou esse progresso numa doença crônica, culpando-o do uso indiscriminado dos combustíveis fósseis e também do desflorestamento selvagem de santuários florestais pelo este mundo fora. As medições das temperaturas feitas nas estações meteorológicas desde 1860 registaram que as temperaturas no mundo aumentaram 0,5ºC no século passado.
O degelo dos glaciares nos Alpes, Andes e Himalaia, no Ártico e no Antártico, o El Niño, as intensas inundações observadas globalmente, furacões, o extenso períodos de seca e eventos de mau tempo e o aumento do nível dos oceanos tornaram-se acontecimentos quotidianos que os “mass media” mais divulgam..
Estas tomadas de acções são motivadas pela conclusão “prematura” de que o CO2 é um gás de estufa e provoca o Aquecimento Global. Este gás absorve radiações infravermelhas da Terra e veda a libertação livre de calor para o espaço.
Quarenta porcento destas emissões de CO2 causadas pela combustão/explosão de combustíveis fósseis continuam a ser absorvidas naturalmente pelo ambiente. 




No que respeita às emissões industriais de CO2, estas estão a descer drasticamente nos países mais desenvolvidos devido às medidas profiláticas do uso de catalisadores nos automóveis e nas fábricas e pelo aumento da utilização de energias renováveis (eólica, hidroeléctrica, solar, etc.), não esquecendo a polémica utilização da energia nuclear.
Há muita gente apologista das definições elaboradas pelo organismo político da ONU (Organização das Nações Unidas), a IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas).

Este organismo é um braço político, como todas as outras ramificações da ONU. e tem como objectivo sensibilizar as massas demográficas mundiais pela causa do Aquecimento Global.
Esta causa tornou-se num negócio enorme a nível global, empregando milhares de pessoas e absorvendo enormes somas de dinheiro.
Tanto as ONGs que se encrisparam numa luta contra hereges como a própria IPCC fizeram desta causa um bode expiatório para o angariamento de fundos internacionais para a sustenção duma filosofia baseada em estudos científicos pouco claros.
Os ministérios da cultura de muitos países, Al Gore (ex-vice presidente de Bill Clinton), a Greenwar e muitas outras ONGs beneficiam-se actualmente dos sumarentos fundos da ONU, da Goldman & Sachs e de algumas empresas petrolìferas, não esquecedo a publicidade instrumentalizada pelos “mass media”.
A abertura do mercado do carbono, dá a muitas pessoas associadas a estas organizações e envolvidas neste causídico a reconfortante actuação na proliferação da criação de empresas para actuarem neste nicho de mercardo denominado “Crédito de Carbono”.
Contudo, o desfecho será, certamente o caos demográfico provocado pelas deficiências no mercado mundial, ou seja, a miséria, distúrbios, esterilizações em massa, etc.
Porque, por exemplo, ao se criarem impostos para cada cabeça de gado, a carne e seus derivados tornar-se-ão mais caros criando um déficit de proteínas nas classes mais desfavorecidas e levando-as a possíveis carências nutricionais e a uma maior mortalidade em especial se as pandemias e epidemias se alargarem ainda mais no futuro próximo.Os créditos de Carbono ou a Redução Certificada de Emissões (RCE) são certificados passados a quem emite Gases de Efeito Estufa (GEE) e indubitavelmente reduziu essas emissões em toneladas. O acordo determina que a redução de cada tonelada de dióxido de carbono ou de outros gases equivalentes das emissões dum agente, corresponde a um crédito de carbono.  


E é a partir desta ideia que se forma o negócio global que leva ao extremismo de todos os ortodoxos da teoria do efeito de estufa. Cada crédito adquirido pode ser negociado no mercado global ou seja obtendo-se um crédito de carbono teremos a permissão de emitir uma tonelada de GEE. Como o preço da multa por emitir GEE é mais elevado, então cria-se um mercado onde a procura se eleva astronomicamente à medida que se tem que produzir mais alimentação, aquecimento, meios de transporte etc. para uma população em crescimento permanente.

Como o acordo de Quioto determina uma cota máxima de GEE por país considerado desenvolvido, obrigando estes por não conseguirem atingirem os objectivos impostos, a comprarem créditos de carbonos aos países (entidades) que possuam grandes florestas ou àqueles que efectivamente reduziram os GEE.

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